Às 13:14

Festa da marmelada

20 mai

A imprensa esportiva local divulgou a bonita festa realizada pela Federação Alagoana de Futebol (FAF), na noite da última terça-feira (15), em renomada casa de eventos de Maceió, no bairro de Ponta Verde. Mas um incidente acabou manchando a louvável iniciativa, com a qual também foram homenageados os melhores do certame estadual, que, por sua vez, consagrou a campanha do campeão CRB.

Refiro-me à marmelada que envolveu a escolha do melhor árbitro da competição, já que nós jornalistas apontávamos George Alves Feitoza como o grande favorito. Contudo, o prêmio acabou ficando com Francisco Carlos Nascimento, o Chicão, que protagonizou talvez a maior lambança do campeonato ao errar anotação na súmula de partida entre CRB e ASA.

Tudo porque o árbitro Fifa, ao invés de confirmar cartão para o zagueiro Edson Veneno, puniu com amarelo o também zagueiro Rodrigão, do CRB. Com isso, o jogador regatiano teria de cumprir suspensão, o que não aconteceu, graças à versão da FAF para o episódio que quase botou tudo a perder. Afinal, a troca por pouco não resultou na paralisação do Alagoano, com a direção alvinegra ameaçando provocar o TJD.

O fato é que minimizaram o problema e ainda elegeram Chicão – que, diga-se de passagem, não esteve tão bem nas partidas que comandou pelo Estadual – como o melhor árbitro da competição, frustrando torcida e profissionais da imprensa. E não precisa lembrar que a foto acima (Trapichao.com) diz absolutamente tudo, escancarando a decepção de Feitoza.

Chicão terá muitos desafios pela frente, já que o árbitro, graças ao escudo Fifa, vai comandar jogos importantes com o início do Brasileirão. Ou seja, a FAF premiou Francisco Carlos apenas para blindá-lo, fortalecendo-o para a sequência da temporada, evitando assim que os críticos se reportassem à performance do árbitro, neste primeiro semestre, em solo alagoano.

Nada disso, porém, vai anular o talento de Chicão, que nada teria a ver com a equivocada escolha. Mas não podemos simplesmente ignorar o castigo ao dono dos clássicos em 2012 – no empate em 2×2 entre CSA e CRB, por exemplo, Feitoza passou quase despercebido, numa prova de que soube lidar com tamanha pressão.

Ou seja, pelo menos neste jogo, Feitoza mostrou que nem sempre é preciso recorrer a profissionais de outros estados, como alguns costumam defender.

Às 17:35

Temendo o pior

15 mai

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu nova demonstração, já com seu novo presidente, José Maria Marin, de que não confia no trabalho do técnico Mano Menezes. Isso porque a entidade decidiu ceder a Copa América de 2015 para o Chile, temendo um fracasso da seleção na Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Segundo o dirigente, os jogadores poderiam ser apedrejados se não conquistarmos, em casa, o hexacampeonato mundial.

Em troca, ficaremos com a edição de 2019 do torneio sulamericano. Ou seja, todos estão receosos com a possibilidade de o Brasil voltar a ser alvo de chacota. Pelé e Ronaldo protagonizam campanha que tenta conscientizar a população de que o projeto tem tudo para dar certo. Contudo, os mais realistas, a exemplo do ex-jogador Romário, lembram que o atraso das obras segue a preocupar a Fifa.

Outra polêmica diz respeito ao consumo de bebidas alcoólicas no interior dos estádios, já que a legislação brasileira tende a ser simplesmente descartada, rendendo-se ao poder econômico. Tudo porque uma cervejaria costuma patrocinar as competições mais importantes do planeta, como a Liga dos Campeões da Europa.

O detalhe é que os defensores da Copa no Brasil conheciam o obstáculo, bem como a dificuldade para superá-lo. O ministro do Esporte, o alagoano Aldo Rebelo, disse que caberá a cada estado agir conforme legislação específica, embora o governo federal defenda – na figura do ministro – a proibição por completo.

Mas a Lei Geral da Copa, aprovada no Congresso, pôs tudo a perder. E a Fifa ainda afirmou que o Brasil estaria mais preocupado em vencer a Copa do que em organizar a competição. Neste aspecto, a dificuldade se apresentaria ainda maior, já que a Seleção, mesmo anfitriã, segue a gerar muita desconfiança.

Às 17:01

Merecido campeão

15 mai

A torcida regatiana ainda está em festa. A merecida conquista do título estadual, no ano do centenário do Galo, consagrou o trabalho de um grupo coeso e cuja direção manteve a base da equipe vice-campeã da Série C, em 2011. Venceu o melhor, o time mais agressivo no primeiro jogo da decisão, diante de um adversário que sucumbiu na partida seguinte, diante de seu torcedor.

Afinal, o ASA não conseguiu superar a marcação adversária, voltando a mostrar certa dependência do artilheiro Lúcio Maranhão, que já marcou 24 gols nesta temporada e não pôde estar em campo.

O time comandado pelo técnico Paulo Comelli – que preferiu deixar o CRB na reta final da competição – não foi tão regular assim, deixando a desejar no segundo turno. Mas o Galo fez o suficiente para abocanhar a taça, sabendo administrar a vantagem construída no Rei Pelé, onde o time da Pajuçara quebrou tabu de cinco anos sem vencer o ASA.

É bem verdade que o time precisa se reforçar para a Série B. A direção regatiana segue trabalhando para, com os pés no chão, fortalecer o já qualificado elenco.

E não é hora de pensar em acesso. Muito pelo contrário, o ideal é trabalhar para se manter na Segundona, dada a competitividade do certame que terá quase 40 rodadas, com vários clássicos estaduais encerrando o campeonato.

O torcedor pode não conhecer reforços como o atacante Preto, o meia Carlos Magno e o atacante Edson. Mas todos deixaram grandes centros do nosso futebol, acreditando no projeto do CRB, que parece finalmente recuperar o tempo perdido.

Às 20:06

Os melhores na final

9 mai

Não há dúvida de que os dois melhores times de Alagoas chegaram, com merecimento, à decisão do Estadual 2012, já que o CSA, eliminado no 2º turno pelo atual campeão, até fez demais com um time que ganhou corpo somente na reta final, mas que pode, com a devida reformulação, surpreender na Série D do Brasileiro.

E a decisão em 180 minutos (isso se não houver prorrogação na segunda partida, em Arapiraca, devido ao maluco regulamento aprovado pelos próprios clubes participantes) antecipa dois clássicos que o torcedor poderá acompanhar na Série B – que começa, para Alagoas, no próximo dia 18.

O ASA detém melhor campanha que a do CRB, que, por sua vez, não teve o mesmo desempenho no turno final, quando sequer avançou para as semifinais. Após o empate no clássico das multidões (2×2) – o Galo ainda precisava torcer por combinação de resultados –, a direção regatiana demitiu o técnico Paulo Comelli, que deixou a Pajuçara como traidor, transferindo-se para o Criciúma-SC.

Roberto Fonseca chegou para arrumar a casa e conquistar o título comandando o Galo em apenas dois jogos.  E não precisamos lembrar que é enorme a responsabilidade do treinador que tem na bagagem a experiência de já ter dirigido várias equipes do competitivo futebol paulista. Afinal, uma década sem títulos continua sendo algo muito indigesto para um clube de massa como o CRB.

Não custa lembrar, no entanto, que inexiste favorito para um confronto desta proporção, já que as equipes chegam igualmente fortes, apesar de o ASA somar 48 pontos na classificação geral, contra 36 do CRB – superado justamente pelo fato de não ter conseguido chegar à final do 2º turno.

O Galo, para muitos, só não sairá com o título se vier a ter dificuldade no tocante a ritmo de jogo, pois, está há duas semanas sem saber o que é uma partida oficial. Em contrapartida, o time da Pajuçara está bem mais descansado que o adversário, que também participou da Copa do Brasil e vem de uma sequência de jogos muito desgastante.

Em Maceió, no primeiro duelo da decisão, deveremos ter, mais uma vez, um ASA fechadinho, por vezes burocrático, mas sempre perigoso, com seu tradicional esquema 3-6-1. Lúcio Maranhão, artilheiro do campeonato, com 21 gols, é a principal arma do alvinegro.

O CRB precisa se superar, ir além de sua principal arma: os lances de bola parada. Com a experiência de Jadilson e a categoria do meia Geovani  (que põe a bola onde quer), o time alvirrubro promete dar muito trabalho. O torcedor, por sua vez, também está confiante no talento de Rodrigo Dantas, já que o atacante, com 10 gols marcados, mostrou que pode fazer a diferença em jogos decisivos.

Portanto, seja quem for o campeão, a taça estará em boas mãos.

Às 2:01

Tietagem exagerada

5 mai

Uma gandula roubou a cena e ficou famosa em todo o Brasil, na tarde do último domingo. Tudo porque a jovem Fernanda Maia repôs a bola rapidamente no lance em que o meia Maicosuel marcou o terceiro gol do alvinegro, na vitória por 3×1 sobre o Vasco, resultado que o garantiu na grande decisão do Carioca.

A agilidade com a qual agiu à beira do gramado foi decisiva, favorecendo o Botafogo, cuja classificação fez justiça ao melhor time em campo.

Mas a imprensa, sempre ela, transformou Fernanda numa verdadeira estrela de cinema, projetando-a nacionalmente pelo erro que cometera e que, infelizmente, já se tornou algo corriqueiro por aqui. Afinal, não é de hoje que se tem notícia de gandulas caseiros.

É fato que a mulher está cada vez mais presente. São árbitras, assistentes e dirigentes de clubes. Mas se não estivéssemos a retratar um caso envolvendo pessoa tão bela  e vendável pela TV, o gandula sequer seria notado. Ou seja, estaríamos diante de apenas mais um caso em que um profissional da bola ajuda o time da casa, quase sempre motivado pelo calor da torcida.

E nem tão cedo veremos qualquer mudança nesse sentido, já que não se observa atitude por parte das federações, preocupadas somente em agradar os filiados – o Fluminense, o outro finalista, até tentou barrar a gandula, mas a entidade máxima do futebol carioca garantiu a escalação da botafoguense de 23 anos.

Às 0:59

O acrobata

1 mai

O São Paulo foi eliminado pelo Santos, nas semifinais do Paulistão, na tarde desse domingo, por 3×0, com novo show de Neymar, que marcou os três e até pediu música no Fantástico. Mas a performance do melhor atacante brasileiro no momento voltou a render críticas, como de costume, por parte dos adversários, que continuam a fracassar na tentativa de pará-lo, tentando explicar o inexplicável.

É fato, no entanto, que Neymar valoriza demais em algumas disputas de bola, como se estivesse a sofrer verdadeira agressão em campo. Os saltos que costuma dar deixam a impressão de que o jogador provoca o adversário propositalmente, valorizando a falta sofrida para ver o zagueiro ser punido – o que, por vezes, ocorre de forma injusta.

O contato físico é inerente à prática do futebol. E Neymar, ainda muito franzino, não pode deixar o pé para tentar vencer o zagueiro na força. Se o fizer, corre o risco de sair lesionado. Talvez seja por isso que o jogador pule tanto antes de receber a falta.

E como alertou um dirigente são paulino – embora a declaração não justifique a derrota –, cabe ao árbitro observar melhor cada lance, a fim de se evitar a chamada encenação.

Outro detalhe é que o zagueiro precisa ser mais cauteloso, em se tratando de um jogador leve como Neymar. Dedé, do Vasco, disse ao Globo Esporte que o segredo é dar espaço ao jogador para vê-lo correr e tentar pegá-lo na velocidade, usando a dose certa de força para lhe roubar a bola.

Ou seja, condenar o atacante é assumir a incapacidade de contê-lo. O jeito então, para muitos, é derrubá-lo e torcer para o juiz não puxar o cartão, para a tristeza do futebol arte.

Às 0:28

Lorival até 2013

1 mai

O CSA, que volta a viver bom momento no Campeonato Alagoano, renovou com o técnico Lorival Santos, que, se tudo der certo, permanecerá no comando do Azulão até maio de 2013.

Ou seja, a direção azulina quer vê-lo na Série D do Campeonato Brasileiro e no Estadual do próximo ano. Uma sábia medida para quem, com a base que aí está, tenta lograr êxito nas competições que estão por vir.

Isso porque Lorival tem demonstrado muita sensatez com o que tem em mãos. Um treinador que não inventa e que fez o simples para mudar a cara do CSA, ainda com chances de abocanhar o título e já preparado para mais dois grandes desafios diante de um ASA que volta à decisão de turno do campeonato alagoano.

O torcedor está confiante, apesar de o próprio Lorival já ter admitido se preocupar com a equipe que ainda oscila durante os 90 minutos, alternando bons e maus momentos, sobretudo em jogos decisivos. Foi assim no clássico contra o CRB, o que se repetiu no segundo jogo da semifinal, com o Sport Atalaia.

Mas o time de Lorival ganhou algum entrosamento, apesar de ainda manter certa dependência de jogadores como o meia Washington. Além disso, o CSA ainda não tem um lateral esquerdo ‘de ofício’, problema que poderia ser resolvido se o clube conseguisse ‘repatriar’ Paulinho, que defendeu o Murici no Estadual.

Ainda há tempo para se pensar os reforços de que o clube necessita. Afinal, clube de tamanha torcida não pode, mais uma vez, nadar e morrer na praia, como em 2010, quando foi goleado (5×0) pelo Sampaio Corrêa-MA, dando adeus à Série D. Além disso, seu artilheiro no Estadual – o atacante Rony (15 gols) – já está sendo cobiçado por clubes como ASA e Fortaleza, motivo pelo qual dificilmente permanecerá no Mutange.

E com todo o respeito ao torcedor alvinegro, torço por uma final entre CSA e CRB, desde que não tenhamos novos episódios de violência. Seja quem for o segundo time classificado, a grande decisão certamente terá duas partidas de encher os olhos, para a alegria do torcedor alagoano.

Às 23:11

OAM na maratona de Madri

30 abr

A Organização Arnon de Mello (OAM) esteve novamente representada numa competição internacional. Isso porque o nosso advogado e diretor jurídico Djalma Mello voltou a marcar presença em mais uma edição da Maratona de Madri, a capital espanhola, palco da disputa realizada no último dia 22.

Com experiência de sobra naquilo que considera ser o esporte mais democrático do planeta, Djalma pôde incrementar o currículo com o novo desafio, agora somado às participações nas maratonas de São Paulo, Paris, Rio de Janeiro, Roma e Amsterdã, por onde esteve em outubro passado.

Djalma viajou com uma missão, em especial, na bagagem: completar 42 quilômetros em menos de cinco horas, superando obstáculos como a baixa temperatura, em torno de 18 graus.

“Ela não chegou a influenciar tanto. Pelo contrário, ajudou-me a completar a prova, graças também à preocupação com a hidratação durante o percurso”, afirmou o atleta, que já teve a oportunidade de correr ao lado de feras como o queniano Paul Tergat.    

Desta feita, Djalma Mello correu entre 20 mil pessoas, percorrendo pontos turísticos como o Palácio Real e o Museu do Prado.

“Pude conhecer várias partes do mundo por meio da corrida de rua, contemplando o que há de mais rico nos países por onde estive”, reforçou o também candidato a desembargador do Tribunal Regional do Trabalho.

Incansável, Djalma já se prepara para disputar a 2ª etapa do Circuito Popular de Corridas de Rua de Maceió, que será realizada no Pontal da Barra.

Organizada pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), a prova terá percurso de 6 km, distância que o advogado costuma percorrer quase que diariamente, mantendo assim o prazer que o levou a relatar – já em dois livros – a qualidade de vida proporcionada pelo esporte.

Às 19:39

Garotada 'quase' feliz

8 abr

A Federação Alagoana de Futebol (FAF) lançou o álbum de figurinhas do Campeonato Alagoano. O objetivo, como não poderia deixar de ser, é divulgar ainda mais o nosso futebol junto à garotada, de modo a resgatar o gosto do torcedor alagoano por clubes da terra.

Serão dois milhões de imagens para cerca de cinquenta mil exemplares, em mais uma louvável iniciativa da federação local.

Os álbuns trarão ainda um pouco da história da FAF e dos times alagoanos, com a distribuição de vários brindes junto aos colecionadores que conseguirem figurinhas premiadas, como bolas oficiais do campeonato, canecas e bonés com os escudos dos clubes.

Ter arquivadas as imagens de craques como Aloísio Chulapa e Túlio Maravilha pode representar um atrativo para os pequeninos, a depender do preço de cada imagem autocolante. Mas o projeto ainda não é capaz de fazer com que o torcedor prefira o estádio ao conforto do lar – as torcidas azulina e regatiana ainda seriam gratas exceções, dada a paixão incondicional de ambas, em se tratando de um futebol ainda rodeado por problemas como a limitação financeira.

Portanto, ainda há muito a fazer. A começar pela falta de organização até nos grandes palcos, como o próprio Rei Pelé. Apesar da reforma pela qual passou o Trapichão, a higiene nos banheiros ainda deixa a desejar. Além disso, tem-se um pequeno grupo de vândalos que, travestido de torcedor, continua a agir livremente.

Ou seja, compromete-se o que poderia servir de lazer para uma infinidade de famílias alagoanas – ainda são poucos os casos de pais que se arriscam a carregar os filhos.

As câmeras de segurança parecem não funcionar e a polícia pouco faz para conter a depredação do patrimônio público – quando Alagoas ainda briga, sofregamente, para receber alguma seleção interessada em aqui treinar, visando à Copa de 2014.

Às 2:42

Goleador

27 mar

A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) divulgou uma lista com o que seriam os maiores goleadores do século 21, com destaque para o marfinense Didier Drogba, principal nome do Chelsea, time do milionário futebol inglês. Mas um brasileiro também figura entre os maiores artilheiros do mundo: o atacante são-paulino Luis Fabiano é o 18º colocado, com base somente em partidas pela seleção de seu país.

O levantamento contabiliza as participações em Olimpíadas, Eliminatórias, Copas do Mundo, além de competições continentais de clubes e partidas oficiais entre os campeões de casa continente. Exigências que até contrastam com a grande quantidade de torneios mundo afora.

Drogba está quatro pontos à frente do alemão Miroslav Klose – que, oportunista, segue surpreendendo, apesar de seu jeito todo desengonçado, mantendo cinco de diferença em relação ao holandês Ruud Van Nistelrooy, seguido do francês Thierry Henry e do camaronês Samuel Eto’o.

E onde ficou Messi nessa história? Em 12º lugar, perseguido por outro craque, o português Cristiano Ronaldo, na 13ª posição.

E Neymar, por sua vez, ainda não aparece entre os maiores goleadores, reforçando a tese de que o santista, apesar do talento inconfundível, ainda não fez por merecer algo parecido com o status alcançado pelo argentino, eleito três vezes consecutivas o melhor do planeta.

Enquanto isso, seguimos na torcida por Fabiano, que, aos 31 anos, tem plenas condições de jogar mais uma Copa em alto nível. De volta ao São Paulo, reencontrou o bom futebol e pode despontar novamente no cenário internacional.